Tratamentos Inovadores
A medicina vascular evoluiu significativamente nas últimas décadas, oferecendo tratamento eficaz para varizes e outras doenças das veias e artérias. Ainda que as varizes sejam comuns e possam causar dor, cansaço e sensação de peso nos membros inferiores, a angiologia moderna dispõe de técnicas inovadoras, minimamente invasivas e baseadas em evidências que reduzem o desconforto e aceleram a recuperação.
Ao longo deste artigo, apresentamos um panorama completo sobre as abordagens inovadoras disponíveis, incluindo laser endovenoso, escleroterapia com espuma, ablação por radiofrequência, adesivos de cianoacrilato, procedimentos endovasculares e novas tecnologias de imagem. A leitura é recomendada para quem busca entender como esses avanços podem ter uma melhor qualidade de vida e proporcionar uma recuperação mais rápida, com menos dor e melhores resultados estéticos.
Nota: A Angioclínica, localizada em Brasília‑DF, é referência no tratamento de doenças vasculares e oferece acompanhamento especializado (telefone: (61) 98138‑1234).
Por que investir em tratamentos inovadores para varizes?
A insuficiência venosa crônica manifesta‑se como veias dilatadas e tortuosas abaixo da pele. Essas veias, de aspecto esverdeado ou azulado, são mais comuns nos membros inferiores e podem atingir até 30 % da população. Como doença progressiva, as varizes geram sintomas como dor, sensação de sensação de peso nas pernas ou cansaço, cãibras e inchaço. Fatores genéticos, obesidade, sedentarismo, uso de anticoncepcionais, trauma ou gravidez podem aumentar o risco de sua ocorrência. A seguir exploramos como a medicina vascular tem transformado o tratamento minimamente invasivo dessa patologia com técnicas modernas.

O que causa as varizes e por que elas surgem?
Causas e fatores de risco
As varizes são uma manifestação da insuficiência venosa crônica, na qual as válvulas das veias não funcionam adequadamente e o sangue se acumula nos membros inferiores, levando a inchaço e pressão. A predisposição genética, alterações hormonais durante gravidez ou menopausa e a obesidade são determinantes importantes. O sedentarismo, longos períodos em pé ou sentado e a idade avançada também contribuem para o aparecimento da doença.
Sintomas e sinais de alerta
Os sintomas geralmente começam a partir dos 30 anos, mas podem ocorrer mais cedo em pessoas com forte herança familiar. Os primeiros sinais incluem sensação de peso ou cansaço nas pernas, inchaço leve nos tornozelos e formigamento ou coceira. Com o avanço da doença, as veias dilatadas tornam‑se visíveis sob a pele, de coloração azulada ou roxa, acompanhadas de inchaço, cãibras noturnas e desconforto. Estar atento a esses sinais e procurar avaliação com um cirurgião vascular é fundamental para prevenir complicações como hemorragias, úlceras venosas e tromboflebite.
Diagnóstico e importância do ultrassom vascular
O diagnóstico das varizes é feito durante consulta com um especialista, que examina as pernas e pode solicitar exames complementares. O ultrassom vascular com doppler é o principal método para avaliar a extensão da insuficiência venosa e planejar o tratamento. Outras tecnologias, como fleboscópio e dispositivos de realidade aumentada, auxiliam no mapeamento dos vasos e contribuem para a precisão do procedimento.
Como a medicina vascular evoluiu para tratar varizes?
Cirurgia convencional x técnicas minimamente invasivas
Durante muito tempo, a necessidade de cirurgia aberta (flebectomia) era a abordagem padrão para varizes. Esse método envolve incisões maiores para remover a veia safena e gera maior trauma, dor pós‑operatória e tempo de recuperação prolongado. Com o avanço da medicina, procedimentos minimamente invasivos substituíram o método tradicional, permitindo tratar as veias doentes sem removê‑las. Técnicas como laser endovenoso, radiofrequência, escleroterapia com espuma e adesivos de cianoacrilato proporcionam recuperação mais rápida e menos dor.
Vantagens dos tratamentos mais eficazes e modernos
Os procedimentos inovadores oferecem múltiplos benefícios:
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Recuperação rápida: após o laser endovenoso, o paciente pode caminhar poucas horas depois do procedimento.
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Menos dor e hematomas: ao evitar cortes extensos, o laser reduz hematomas e proporciona pós‑operatório mais confortável.
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Procedimento ambulatorial: técnicas como escleroterapia com espuma são realizadas em consultório, dispensando internação e anestesia geral.
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Precisão e segurança: o uso de ultrassom e realidade aumentada permite localizar exatamente a veia doente, preservando vasos saudáveis e reduzindo complicações.
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Resultados estéticos: as veias tratadas tendem a desaparecer ou ficar menos visíveis, melhorando a autoestima.
Quais são as técnicas inovadoras para tratar varizes?
1. Laser endovenoso e laser transdérmico
O laser para varizes revolucionou o tratamentos da medicina vascular. Essa técnica utiliza energia térmica controlada (energia do laser) para fechar as veias doentes de forma segura, sem grandes incisões. Existem dois tipos principais:
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Endolaser: o laser é aplicado dentro da veia (endovascular) por meio de uma fibra ótica. Indicado para veias calibrosas, como a safena, promove seu fechamento progressivo e reduz sintomas como dor, inchaço e cansaço. O endolaser preserva a circulação das pernas e garante recuperação rápida.
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Laser transdérmico: aplicado externamente, através da pele, é ideal para telangiectasias e microvarizes (vasinhos). Atua aquecendo o vaso doente e promovendo sua obliteração gradual. Essa abordagem é especialmente usada em conjunto com outras técnicas para otimizar resultados.
O sucesso do tratamento a laser depende de diagnóstico preciso e de um plano terapêutico individualizado. Após a intervenção, recomenda‑se usar meias de compressão, manter caminhadas leves e evitar exposição solar para garantir um pós‑operatório tranquilo.
2. Escleroterapia com espuma
A escleroterapia com espuma, também conhecida como tratamento de espuma para varizes, é um procedimento minimamente invasivo indicado para microvarizes e veias de maior calibre. O método consiste em injetar uma substância esclerosante transformada em espuma densa diretamente na veia doente. Essa espuma irrita a parede do vaso, provocando seu fechamento e permitindo que o corpo a reabsorva. Em casos de veias profundas, o procedimento pode ser guiado por ultrassom para maior precisão.
As principais vantagens da escleroterapia com espuma incluem:
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Realização em consultório, sem necessidade de anestesia ou internação.
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Eficácia em varizes superficiais e veias calibrosas, com melhora de sintomas como dor, sensação de peso e inchaço.
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Indicação para pacientes com úlceras varicosas, insuficiência venosa crônica avançada, idosos ou pessoas que não podem se submeter a cirurgia tradicional.
Apesar de segura, a técnica possui contraindicações: gestantes, pessoas com história de embolia pulmonar, doença arterial grave ou alergia à substância esclerosante devem evitá‑la. Possíveis efeitos colaterais incluem manchas escuras temporárias, tromboflebite superficial, trombose venosa profunda ou reações alérgicas. Contudo, quando realizada por cirurgião vascular experiente, apresenta excelente tolerância e bons resultados estéticos.
3. Radiofrequência
A ablação por radiofrequência é uma alternativa moderna para tratar varizes, especialmente a veia safena. Um cateter é inserido na veia através de pequena incisão; o dispositivo emite energia de radiofrequência que aquece a parede venosa, causando seu colapso e fechamento. Esse método é semelhante ao laser, mas utiliza ondas de radiofrequência como fonte de calor e também apresenta recuperação rápida.
A radiofrequência é frequentemente indicada para casos em que o endolaser não é a melhor opção, sendo escolhida pelo cirurgião com base no diâmetro da veia e nas características do paciente. Assim como outros procedimentos, o uso de ultrassom vascular no intraoperatório garante maior segurança e precisão.
4. Adesivos de cianoacrilato (VenaSeal)
Os selantes adesivos de cianoacrilato, conhecidos comercialmente como VenaSeal, representam uma técnica relativamente recente no tratamento de varizes. Um cateter libera pequenas quantidades de cola biológica dentro da veia, fazendo com que suas paredes se colem sem necessidade de calor, cortes ou anestesia tumescente. O procedimento encerra a veia doente de maneira rápida e reduz a necessidade de utilizar meias de compressão posteriormente. Estudos têm demonstrado bons resultados com essa abordagem, especialmente em veias safenas.
5. ClariVein e ablação mecânico‑química (MOCA)
A técnica ClariVein combina lesão mecânica e escleroterapia química. Um cateter rotativo gera uma lesão na parede venosa enquanto libera uma solução esclerosante, promovendo o encerramento da veia. Essa ablação mecânico‑química (MOCA) não utiliza calor, o que diminui a necessidade de anestesia e reduz o risco de dano aos nervos. Normalmente, é indicada para veias de diâmetro moderado e é uma opção para quem busca procedimento minimamente invasivo com recuperação rápida.
6. Angioplastia com balão medicado
Embora mais conhecida no tratamento de artérias, a angioplastia com balão medicado também representa um avanço importante na medicina vascular. A técnica consiste em inserir um balão inflável no vaso sanguíneo e liberar medicamentos de forma controlada na área afetada. Essa abordagem restaura o fluxo sanguíneo em artérias, reduz a inflamação e minimiza a recorrência. Por ser menos invasiva, está se tornando opção pioneira em diversas doenças vasculares e contribui para maior segurança e eficácia no tratamento.
7. Angiografia por Tomografia Computadorizada (CTA)
A angiografia por tomografia computadorizada é uma ferramenta diagnóstica que revolucionou a visualização dos vasos sanguíneos. O exame fornece imagens tridimensionais detalhadas das veias e artérias de forma não invasiva. Essa tecnologia é fundamental para planejar procedimentos, identificar varizes complexas e avaliar o sucesso do procedimento, garantindo maior precisão e segurança.
8. Microcirurgia vascular e microcirurgia endovenosa
A microcirurgia vascular permite a reconstrução de pequenos vasos sanguíneos, sendo valiosa em procedimentos de revascularização e enxertos. Utiliza instrumentos delicados que permitem intervenções refinadas e reparo de veias ou artérias de calibre reduzido, melhorando a perfusão sanguínea. Além da microcirurgia, técnicas endovasculares avançadas permitem a remoção ou oclusão de varizes com incisões mínimas, proporcionando menor trauma e recuperação mais rápida.
9. Terapia com ondas de choque para Doença Arterial Periférica (DAP)
Em casos de doença arterial periférica, a terapia com ondas de choque utiliza ondas acústicas de alta energia para estimular a cura e melhorar o fluxo sanguíneo nas áreas afetadas. O método é considerado não invasivo e oferece alternativa inovadora para pacientes que não podem se submeter a procedimentos cirúrgicos, evidenciando a versatilidade da medicina vascular.
10. Combinação de técnicas e personalização dos tratamentos vasculares
Os avanços na angiologia permitem combinar diferentes técnicas no mesmo plano terapêutico, atendendo às necessidades específicas de cada paciente. Por exemplo, um indivíduo pode se beneficiar da associação de laser transdérmico para vasinhos e escleroterapia com espuma para veias maiores.
A Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular recomenda que a escolha do método seja individualizada, considerando os sintomas, o resultado do ultrassom doppler e as preferências do paciente.
Perguntas frequentes sobre as tecnologias avançadas para o tratamento adequado
Qual procedimento é mais eficaz para varizes?
A eficácia do tratamento depende do tipo e calibre da veia, dos sintomas e do histórico médico. O laser endovenoso e a radiofrequência apresentam altas taxas de sucesso e rápida recuperação para veias safenas. Já a escleroterapia com espuma é eficaz em varizes superficiais e veias de médio calibre. O selante de cianoacrilato e a MOCA oferecem alternativas sem calor e com menor necessidade de anestesia. Consultar um especialista em cirurgia vascular é fundamental para determinar a melhor opção.
O tratamento com laser dói?
Por ser um procedimento minimamente invasivo, o laser é realizado com anestesia local. A maioria dos pacientes relata apenas leve desconforto durante a introdução da fibra e sensação de calor na veia. Como não requer grandes incisões, a dor pós‑operatória é significativamente menor se comparada à cirurgia tradicional.
A recuperação rápida permite ao paciente retomar suas atividades habituais em poucos dias.
A escleroterapia com espuma é segura?
Sim. A escleroterapia com espuma é considerada segura e minimamente invasiva quando realizada por profissional qualificado. Os riscos incluem manchas escuras temporárias, tromboflebite superficial ou reações alérgicas, mas tais complicações são incomuns. O procedimento é ambulatorial e a maioria das pessoas volta à rotina imediatamente após a sessão.
Qual é o tempo de recuperação dos procedimentos minimamente invasivos?
Procedimentos modernos como endolaser, radiofrequência e escleroterapia com espuma proporcionam recuperação rápida. Pacientes tratados com laser podem caminhar poucas horas após a cirurgia e retornar às atividades normais em cerca de 10 dias. Na escleroterapia, o retorno é quase imediato, e no caso de adesivos de cianoacrilato, a necessidade de meias de compressão é reduzida, favorecendo a retomada mais célere das atividades.
O que é MOCA ou ClariVein?
MOCA (ablação mecânico‑química) é uma técnica que combina lesão mecânica à parede da veia com injeção de esclerosante por um cateter rotativo, causando oclusão da veia sem uso de calor. O ClariVein é a marca comercial desse sistema e tem a vantagem de necessitar de menos anestesia e apresentar menor risco de dor ou danos térmicos nos nervos.
Como a angioplastia com balão e o CTA auxiliam no tratamento?
A angioplastia com balão medicado restaura o fluxo sanguíneo e reduz a inflamação em vasos estreitos ou obstruídos, sendo particularmente útil em doenças arteriais. Já a angiografia por tomografia computadorizada permite obter imagens detalhadas das veias e artérias, facilitando o diagnóstico e o planejamento cirúrgico. Essas tecnologias reforçam a precisão dos procedimentos e reduzem complicações.
As varizes podem voltar após o tratamento?
Os tratamentos modernos visam eliminar a veia doente permanentemente. Após a escleroterapia com espuma, por exemplo, o vaso tratado não retorna como variz porque é absorvido pelo organismo. Contudo, novas varizes podem surgir ao longo do tempo devido à progressão da insuficiência venosa e aos fatores de risco individuais. Manter hábitos saudáveis e acompanhar‑se regularmente com o angiologista ajuda a prevenir recidivas.
Quais cuidados devo seguir após o procedimento?
Após tratamentos como laser, espuma ou radiofrequência, alguns cuidados ajudam a garantir melhores resultados:
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Usar meias de compressão, quando indicadas, para auxiliar o retorno venoso e reduzir inchaço.
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Realizar caminhadas leves diariamente para estimular a circulação.
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Evitar exposição solar nas áreas tratadas, especialmente após o laser transdérmico.
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Seguir o intervalo entre sessões recomendado pelo médico para otimizar a resposta ao tratamento.
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Evitar atividades físicas intensas e calor excessivo nos primeiros dias após a intervenção.
Esses cuidados complementam o tratamento, reduzem o risco de complicações e contribuem para resultados duradouros.
Dicas para prevenção e manutenção da saúde vascular
Além das abordagens inovadoras, medidas preventivas são essenciais para manter a saúde vascular e reduzir a progressão das varizes. Algumas recomendações incluem:
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Praticar atividades físicas regularmente: exercícios como caminhada, natação e ciclismo melhoram a circulação, fortalecem os músculos das pernas e auxiliam o retorno venoso.
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Manter peso saudável: a obesidade aumenta a pressão intra‑abdominal e sobrecarrega as veias das pernas. Dieta equilibrada e atividade física ajudam a controlar o peso.
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Elevar as pernas: descansar com as pernas elevadas por alguns minutos ao longo do dia reduz a pressão venosa e alivia o inchaço.
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Evitar ficar muito tempo em pé ou sentado: alternar a postura e fazer pausas para caminhar previnem o acúmulo de sangue nas veias.
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Usar meias de compressão: recomendadas para quem passa muitas horas em pé ou possui predisposição genética, as meias ajudam a compressão venosa e diminuem sintomas como inchaço e sensação de peso.
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Manter hidratação adequada: beber água regularmente favorece a circulação e a elasticidade das veias.
Seguir essas orientações melhora a circulação, reduz sintomas e potencializa os resultados dos tratamentos.
Principais avanços que moldam o futuro da angiologia
A rápida evolução da medicina vascular permite enxergar um futuro ainda mais promissor para o tratamento das varizes. A incorporação de tecnologias avançadas como realidade aumentada, ultrassom intravascular, cateteres inteligentes e laser de última geração possibilita procedimentos cada vez mais precisos e com menos dor. A sociedade brasileira de angiologia estimula pesquisas e atualizações constantes, garantindo que pacientes tenham acesso às melhores práticas clínicas. Ao associar técnicas inovadoras como endolaser, radiofrequência, adesivos de cianoacrilato, MOCA e balões medicados, os especialistas conseguem oferecer opções personalizadas, seguras e eficazes para tratar varizes de forma completa e preventiva.
Resumo em pontos chave
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Varizes são veias dilatadas e tortuosas, causadas por insuficiência venosa crônica; acometem até 30 % da população e são mais comuns em mulheres.
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Fatores de risco incluem genética, obesidade, alterações hormonais, sedentarismo, gravidez, uso de anticoncepcionais e idade.
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Os sintomas variam de sensação de peso e cansaço até inchaço, cãibras noturnas e úlceras, exigindo avaliação com cirurgião vascular.
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O laser endovenoso fecha a veia doente de forma segura, preservando a circulação e proporcionando recuperação rápida.
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A escleroterapia com espuma é eficaz para veias superficiais e de médio calibre; realizada em consultório, sem anestesia, com retorno imediato às atividades.
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Radiofrequência e selantes de cianoacrilato são técnicas modernas que utilizam calor ou cola biológica para ocluir a veia, evitando incisões e anestesia geral.
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A MOCA (ClariVein) combina lesão mecânica e química, dispensando calor e oferecendo alternativa minimamente invasiva.
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Angioplastia com balão medicado e CTA são inovações diagnósticas e terapêuticas que melhoram o fluxo e a visualização dos vasos.
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O sucesso do tratamento depende de diagnóstico preciso, plano individualizado e combinação de técnicas, conforme orientações da Sociedade Brasileira de Angiologia.
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Medidas preventivas, como atividade física, controle do peso, uso de meias de compressão, hidratação e elevação das pernas, ajudam a manter a saúde vascular e complementam os tratamentos
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Residência Médica em Cirurgia Geral - Hospital Regional do Gama/HRG
Residência Médica em Cirurgia Vascular - Hospital de Base do Distrito Federal/HBDF
Preceptor da Residência em Cirurgia Geral - SES/DF
Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular
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